
A partida
Um oceano de distância. A mesma essência.
Os bisavós da família embarcaram em Gênova rumo ao Brasil. Trouxeram pouco na bagagem, mas carregavam a técnica rústica do verdadeiro vinagre europeu: ar, paciência e respeito ao tempo.

As nossas raízes
Uma técnica de Gênova, quatro gerações e uma promessa mantida no interior de São Paulo: crescer sem mudar a essência.
Toda família tem uma receita que passa de geração em geração.
A nossa história é parecida. Só que o caderno de receitas sempre foi a própria dorna de madeira. É nela que o conhecimento de Rosa, Inês e das gerações seguintes continua vivo.
A cada ciclo, retiramos apenas um terço para engarrafar. Os outros dois terços permanecem na dorna e se tornam a base da próxima fermentação. É o que chamamos de Vinagre Mãe: continuidade, memória e identidade.

A partida
Os bisavós da família embarcaram em Gênova rumo ao Brasil. Trouxeram pouco na bagagem, mas carregavam a técnica rústica do verdadeiro vinagre europeu: ar, paciência e respeito ao tempo.

Primeira geração no Brasil
Rosa fez questão de manter a técnica viva. A fermentação continuou seguindo o ritmo natural, sem atalhos, e passou a fazer parte da rotina da família.

O legado continua
Inês aprendeu com Rosa e ensinou a geração seguinte. A Vinagre Mãe permaneceu dentro da dorna, renovando a fermentação e guardando a memória de cada ciclo.

Bairro Pompeu
A pequena barriquinha virou dornas de 3.000 litros. O mosto ainda é virado de hora em hora, fermenta de 10 a 15 dias e recircula no sabugo de milho.

O que não muda
A história só importa porque continua orientando cada decisão de produção.
Nenhuma pressa substitui os 10 a 15 dias de fermentação que cada dorna pede.
Dois terços da Vinagre Mãe permanecem para conduzir o próximo ciclo.
A recirculação no sabugo de milho ajuda a criar a acidez limpa e o sabor Campestre.
Próximo passo
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